Em conversa com o Inefável:
(...)
Inefável - Mocinha tão mal empregue para ser lésbica.
Eu - Porquê? Preconceituoso!
Inefável - É como eu.
Eu - Ui!
Inefável - Tão mal empregue para ser gay.
Eu - Ui!
Inefável - Aiai! Isto está tudo trocado.
Eu - Olhe, é a "bida". Eu tenho cá para mim que ser gay é o próximo upgrade da natureza. Já somos perfeitos, não nos queremos reproduzir.
(...)
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
De se trabalhar no campo
À próxima pessoa que me der a entender que "trabalhar no campo deve ser fantástico", vou desejar que seja enrabada a seco por um pepino do entroncamento, só naquela de ver se também será fantástico. É que, bem vistas as coisas, em última análise são dois fenómenos muito semelhantes. Há quem goste, certamente, mas ambos implicam muito boa vontade e um espírito de sacrifício enorme e há de ser (trabalhar no campo é) uma coisa muito difícil. Just Saying.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
*Fangirl Screaming*
*AAAAAAAAHHHHH!!!* Adorei!
Quero a versão portuguesa, mas ainda não há data prevista para a transmissão da série por terras lusas. Está mal.
É certo que nenhuma bate esta nossa abertura da primeira série, mas achei piada à música brasileira para esta nova série. Espero que a nossa seja ainda melhor.
Cantemos: ...A LUA ME TRAIU... acreditei que era p'ra valer... A LUA ME TRAIUUU!!!
P.S. Só sou eu que acho o desenho das pernas delas esquisito? Não me parecem nada sexys, há algo que não está bem... Não têm joelhos?
Adenda: Enganei-vos, esta não é a música que abrirá o anime, foi alguém que postou a gozar.
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Que dizem para a gente sermos empreendedores
Vou abrir um negócio, ali para os lados do Príncipe Real.
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terça-feira, 8 de julho de 2014
First World Gay Problems
Está a "guardar-se" para o mais que tudo...

...Tem de fazer uma colonoscopia.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
Foi o fim do Semestre
E foram umas semanas e tanto entre trabalhos, idas às bibliotecas, à faculdade, ao local de estágio, de ficar sem passe (andar a pagar deslocações avulso nos transportes de Lisboa é um pavor e um gastar de dinheiro imenso), entregar trabalhos, regressar à aldeia e voltar a Lisboa e de ficar cansado como nunca me tinha acontecido (até já fui conhecer, ontem, a minha médica de família). Mas ainda andei por aqui a ler-vos.
Deixo-vos uma música em que me viciei enquanto andava a fazer os trabalhos:
Deixo-vos uma música em que me viciei enquanto andava a fazer os trabalhos:
E agora já estou de volta à aldeia para as "férias".
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Se não podes vencê-los...
No meio da confusão, stress e angústia dos trabalhos para a faculdade, numa de quem até parece que não tem mais nada para fazer, voltei a criar conta nos chamados "sites de engate" (Pasmem-se!). Depois desta experiência e de ter apagado as contas resolvi criá-las novamente. Assim, numa espécie de "se não podes vencê-los, junta-te a eles", como bem digo lá no meu perfil. Continuo a não ser fã deste tipo de sites, nem espero nada de lá. Mas desta vez há diferenças. Por exemplo, coloquei uma foto minha, nomeadamente, aquela que utilizo aqui no blog. E não há paciência para tanta piscadela, mensagem e destravar de fotos. Não sei como é que as pessoas se organizam para responder, é muita confusão para a minha cabeça. E, no meio disto, aconteceu-me aquela que é, certamente, a melhor abordagem de sempre, que por ser tão cliché já ninguém espera que aconteça: receber uma mensagem a perguntar "És modelo? blá blá blá". Sou mesmo bom e não sabia (olha a festinha no ego). É pena só ter 1,73m ou até me poderia armar em Renato Seabra (piada fácil).
Há uma coisa engraçada de ver: mesmo pela net dá para perceber (e comprovar o que já pensava) que com umas pessoas acontece uma conversa natural e fluída e que com outras parece que nos estamos ali a martirizar para dizer alguma coisa.
O que não gosto é de sentir que estou a colocar o pézinho no "meio gay". Desculpem-me lá, mas gosto muito do facto de que "toda a gente" não saiba quem eu sou, gosto muito de sair com os meus amigos e andar lá pelo bairro e que ninguém me reconheça. E colocando o pézinho lá no meio do "meio" parece que toda a gente nos passa a conhecer, porque há sempre alguém que já te conhece e as mariquitas conhecem-se todas umas às outras (ora porque é o ex-namorado de, ora porque já curtiu com ele, etc. e tal). No me gusta!
Outra parte boa é que com isto pode ser que venham por aí mais histórias e ideias para o blog, numa espécie de crónicas do sexo e a cidade. (Que é? Disse que não gosto de ser reconhecido por "toda a gente" no "meio gay", nunca disse que não era uma mariquita clássica.)
Como disse um amigo meu, estou a sair da casca. A ver por quanto tempo.
Há uma coisa engraçada de ver: mesmo pela net dá para perceber (e comprovar o que já pensava) que com umas pessoas acontece uma conversa natural e fluída e que com outras parece que nos estamos ali a martirizar para dizer alguma coisa.
O que não gosto é de sentir que estou a colocar o pézinho no "meio gay". Desculpem-me lá, mas gosto muito do facto de que "toda a gente" não saiba quem eu sou, gosto muito de sair com os meus amigos e andar lá pelo bairro e que ninguém me reconheça. E colocando o pézinho lá no meio do "meio" parece que toda a gente nos passa a conhecer, porque há sempre alguém que já te conhece e as mariquitas conhecem-se todas umas às outras (ora porque é o ex-namorado de, ora porque já curtiu com ele, etc. e tal). No me gusta!
Outra parte boa é que com isto pode ser que venham por aí mais histórias e ideias para o blog, numa espécie de crónicas do sexo e a cidade. (Que é? Disse que não gosto de ser reconhecido por "toda a gente" no "meio gay", nunca disse que não era uma mariquita clássica.)
Como disse um amigo meu, estou a sair da casca. A ver por quanto tempo.
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