quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz 2015!!!


Deste vosso Lumbersexual da Aldeia.
(Não se nota, mas tenho uma pseudo-barba.)

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Vermelho, é a cor do Natal?


Feliz Natal!

(Para não dizerem que sou uma espécie de Grinch! Que sou...)

domingo, 14 de dezembro de 2014

Sugestão Cultural

Porque de vez em quando gosto de dar uma.
Considerado pelo Ípsilon como o melhor espectáculo de 2014 "As Confissões Verdadeiras de um Terrorista Albino" vive uma adaptação e encenação fantástica de um texto de Breytenbach - um escritor e pintor que lutou contra o regime do Apartheid e que acabou por ser preso. Vive, também, de um grupo de actores que se transformam num único e excelente corpo de representação, com puros momentos de brilhante interpretação individual (tão, tão bons que temos pena que não seja este o nível de suprema excelência desde o início). 
Costumamos associar a experiência estética ao prazer, mas aquilo que nos inquieta, que nos perturba, que nos coloca face ao desamparo, à morte, ao desespero, também faz parte desta experiência. Tendemos a conhecer a luta contra o regime do Apartheid graças à história e luta de Nelson Mandela, mas existem também outras vozes, outras mentes, outras memórias. Aquilo que nos é apresentado em palco é um mergulhar nestes momentos - nas memórias, na própria psique, na vivência sufocante de Breyten Breytenbach. 
Vão ficar inquietos.
No Teatro do Bairro, de 10 a 21 de Dezembro (de Quarta a Domingo) às 21h30.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Já nasceu

Sim, ainda falta um bocado para o nascimento do Outro. Mas por aqui nasceu o Twitter do blog. Eu explico: eu sei que estou ausente, mas não é por não gostar de vocês (que eu até vos venho ler), mas estou a estagiar, e porque quero fazer as coisas super bem feitas e acabar com um 20, não tenho tempo para postar. Ou, quando tenho, não tenho muito a dizer levando isto à minha prolongada ausência. Assim, aproveitando que actualizei isto para o perfil do Google+ e alterei o design aqui do estaminé, resolvi criar um twiiter para o blog - em que muito provavelmente aquelas frases como a do post anterior vão para lá parar.
Não se preocupem o perfil é público e podem ir lá espreitar quando quiserem sem terem de me seguir, suas mariquitas armariadas. 
Isto tudo porque este blog é especial para mim, como já disse, cresci com e graças a ele e custar-me-ia abandoná-lo e a vocês. São medidas para que isto não morra.

P.S. Até comprei um caderninho para apontar as coisas cá para o blog.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Isto de ser gay

É nascer com o carimbo de que vamos gostar do Pretty Woman.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Ainda da mudança de casa

Isto passou-se logo nos primeiros dias em que vim para aqui viver. Não tinha televisão, nem net e a única maneira de me entreter em casa (não contado com os meus pensamentos e livros) era ouvir música.
Estou em casa, rádio ligado (que com as mudanças se estragou e apenas tem um nível de som) e ouço um toc. toc. toc. às 21h30 *Que é isto? É na minha porta?* E bem, lá continuei na minha vidinha que não podia ir abrir a porta... toc. toc. toc. *Mau! Mas isto parece que é mesmo na minha porta! Weird!* toc. toc. toc. *Fine!* E lá vou eu.
Vizinho da frente (que até nem é de se deitar fora) - Olá. Desculpe, é que *espreita para dentro de casa na direção do som* é que aquele quarto (o meu quarto) é paredes meias com o quarto dos meus filhos e eles vão dormir às 21h30. Se pudesse só baixar o som? Só baixar está bom.
Eu - (Enquanto penso *Isto só a mim, claro que eu é que passo a vergonha à frente dos novos vizinhos quando todos ouvimos o rádio) Claro que sim. Não se volta a repetir.
Vizinho - Obrigado, é só mesmo baixar. Desculpe lá.
Eu - Ora essa, percebo perfeitamente.
Vizinho - Obrigado, boa noite.
Eu - Boa noite! E fecho a porta:
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Agora a coisa mais interessante, a cama que está ali no quarto faz mais barulho que eu sei lá o quê. E uma pessoa não pode dar uma barlaitada à vontade com medo que os piquenos do vizinho da frente ouçam tudo, fiquem traumatizados e vão contar aos papás. Sim, porque eu ouço-os a meio da noite a caírem da cama,  a chorar e a chamar pela mamã. Isso e aos fins de semana por volta das 8h30 a brincar e a gritarem no quarto... Que é normal, eu compreendo.
Só tenho uma questão, como é que as pessoas que têm filhos fazem sexo à vontade?