quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Os Gregos já a sabiam toda

"(...) Chamo mau ao amante vulgar, que mais ama o corpo que o espírito, porque este amor não é durável, uma vez que se prende a uma coisa sem p[e]renidade e, quando a flor da beleza, que amou, envelhece, o amante evola-se e desaparece, traindo as suas promessas, enquanto que o amante de uma bela alma se mantém fiel toda a vida, porque se uniu a uma coisa perene."


Em, O BANQUETE OU DO AMOR

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