quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

Os Gregos já a sabiam toda

"(...) Chamo mau ao amante vulgar, que mais ama o corpo que o espírito, porque este amor não é durável, uma vez que se prende a uma coisa sem p[e]renidade e, quando a flor da beleza, que amou, envelhece, o amante evola-se e desaparece, traindo as suas promessas, enquanto que o amante de uma bela alma se mantém fiel toda a vida, porque se uniu a uma coisa perene."


Em, O BANQUETE OU DO AMOR

quarta-feira, 17 de Setembro de 2014

Pode ser um sinal

Estava eu a tentar tirar uma fotografia na Gulbenkian, quando aparecem por detrás de mim 1, 2, 3, 4... 4! Homens altos, de fato e jeitosos. Pode ser que seja um sinal qualquer...


Twitter Moment

Será que o senhor segurança da Gulbenkian só pisca o olho a mim ou faz isso com toda a gente?

segunda-feira, 15 de Setembro de 2014

Devo ter um olho gordo

E, calma, estou mesmo a referir-me ao bruxedo.
Nunca vi tanta merda a correr mal numa mudança de casa (neste momento sinto que em todos os campos de mi vida, não escapa uma coisa em que eu possa dizer que correu tudo com ligeireza)  e em stresses sem jeito nenhum.
Mas talvez seja só eu que "setresso" e que quero andar com o peso do mundo às costas. Mas neste momento estou com uma dor de cabeça enorme.
Contudo, há que ter pensamentos positivos: pelo menos estou vivo, posso continuar a estudar, a viver em Lisboa e a stressar com as coisas (há muito boa gente em pior estado que eu). É bom sinal.
Ah, tive net hoje. Mas para ter net tenho de estar na sala porque o reuter (ou lá como se escreve, não me obriguem a ir pesquisar) veio estragado. Porém este "aparelhometro" até é giro...

segunda-feira, 8 de Setembro de 2014

Comunicado(s)

Estou sem net. 
Já regressei a Lisboa e estou sem net em casa, porque a responsabilidade das pessoas deixa muito a desejar e, infelizmente, parece que passo a minha vida a lidar com gente atrasada. Mas, em compensação, sinto-me orgulhoso de mim mesmo. Entre várias situações: 
Vim para Lisboa, depois de acompanhar a minha mãe ao médico (felizmente a situação dela em termos de saúde parece estar a resolver-se de uma óptima forma), porque fui trabalhar para um congresso e apercebi-me que tenho uma capacidade fantástica que herdei da minha mãe: a ética no trabalho. Bolas, modéstia à parte (porque há alturas em que não o podemos ser) e eu sou uma das pessoas mais modestas que conheço (embora agora não o vá parecer), eu trabalhei mesmo! Fiz o que me competia e ainda mais, organizei tudo para facilitar as coisas aos outros trabalhadores e nunca coloquei as minhas vontades à frente do que era suposto fazer, mesmo não me sendo pedido. Portanto, estou orgulhoso de mim. O que me leva a pensar que, se calhar, em vez de estar a gastar dinheiro em mestrados e continuar a estudar eu podia aproveitar esta minha capacidade e tornar-me ou organizador de eventos (à mariquita séria), um assistente pessoal ou administrativo... Se alguém precisar de uma mariquita esforçada, já sabe. É que sou mesmo bom. 
Infelizmente, parece que quem é como eu e trabalha imenso e é honesto (mesmo boa pessoa e fazendo tudo pelas regras) acaba por não conseguir chegar a grande lado. Infelizmente, também, e na minha área de estudos (e é tão grave perceber isto na minha área e ainda mais triste): é tudo um grande tacho para os mesmos de sempre e só entra no meio quem tem padrinhos. Perceber isto custa, que eu sou uma mariquita da aldeia, pobre mas honesta. 
Quando voltar a ter net volto às coisas de sempre aqui no blog. Façam figas para que seja ainda esta semana. 

segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Conversas

Em conversa com o Inefável:

(...)
Inefável - Eu e elas não te vemos, meu amor, há mais de um mês
               Volta, amor, volta a pisar estas pedras outra vez
                ;(
Eu - Você e elas quem?
Inefável - As pedras da rua
Eu - Ah, tá
        E querem me ver pa quê?
        Pa me verem gorda e peludinha?
Inefável - LOL
               É o amado dela que não aparece há mais de um mês
               Há mais de um mês que não passa lá na rua
               E os olhos das pedras estão cansados de esperar
               =(
Eu - Aí, que lindo
        Eu só conhecia o Dominó
        :D
Inefável - LOL
                Esta minha prima é de estalo
Eu - Yha
        Eu adoro me
Inefável - Acho muito bem
(...)

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

Eu meto-me nelas

E depois tenho de ir até ao fim, se não até parece mal... Porque é que eu me inscrevi naquelas coisas? Eu nem gosto de pessoas, nem de homens, nem quero um namorado e se calhar nem gosto de sexo. Portanto, porque é que me fui inscrever nos sites das mariquitas? Maldita época de exames...
Agora pus-me a falar com moços e alguns deles querem conhecer-me (quem não, né?). E não é que os moços tenham alguma coisa de mal para que não se possam conhecer, até são muito interessantes e engraçados (ou não falaria com eles). Mas, sei lá, não gosto disto de conhecer pessoas. Ainda menos depois de ter sido através da internet (mas também que outra forma?), parece que perde graça. E eu sou um bocado bicho do mato. Ás tantas a minha mãe é que tem razão: "parece que não foste habituado a conviver com pessoas". É que, ainda para mais, não é só um e mais que dois já é muita confusão para a minha cabeça. Já estou a imaginar o meu mês de Setembro cheio de primeiros cafés e não me agrada muito a ideia. Mas eu vou, que não sou dessas que fala com as pessoas e depois desaparece. E não é que eu não os queria conhecer, que até quero. Mas coise, não há maneira de evitar estes momentos? "Eu sei lá, menina.", como dizia a outra... E quem é que conheço primeiro? 
Nunca se sabe o que pode surgir, nunca se sabe o que pode surgir (a ver se me convenço disto). Tenho bons amigos e ter mais bons amigos torna-se complicado. E se calhar encontrar o amor é como encontrar casa. Procuramos, marcamos visitas e depois, quando menos se espera, alguém nos liga ou nos aponta uma outra casa e lá a encontrámos. Se calhar tenho mesmo de marcar visitas... Porém, eu sei lá se quero encontrar o amor! Tenho 22 anos e tanto para viver. Talvez seja melhor viver ao lado de alguém, mas e o estar sozinho e as experiências que daí advêm? Bem, sozinho já estou há muito tempo. Contudo, não há ninguém que desperte o Za Za Zu, mas também já não tenho 18 anos, se calhar já não se desperta...
É que eu vou conhecê-los ao vivo, dar o meu charme pacóvio de quem não sabe agir num primeiro encontro (ou então não, depende do dia), e depois? 


Ah, como eu sofro! Olha, se calhar fazia uma reunião, juntava-os todos ao mesmo tempo e ficava logo tudo tratado, assim, em grupinho.