segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Não há fome

Uma pessoa passa uma data de tempo sem que ninguém lhe pegue. Solteiro e bom rapaz, como sempre. Depois começam a pegar e aparecem dois ou três a querer também. Se for a contar acho que são 1... 2... 3... 4... (5...) a querer algo comigo agora. Quando digo "a querer algo" inclui o "tira e mete" (if you know what I mean). E, ao que parece, com os empregos é a mesma coisa: Ligam-me para acertar detalhes para amanhã iniciar a formação; 5 minutos passados e ligam-me para ir a uma entrevista, também amanhã; Nem 5 minutos passados e mais um telefonema para me pedirem a morada, no novo trabalho (já estava a pensar que era para me dizerem que nada feito e eu a ter despachado a outra). 
Não há fome que não dê em fartura, já se sabe. 

5 comentários:

  1. É sempre assim... E o problema é que uma pessoa não pode estar sempre de pernas abertas! Ninguém compreende isso! É uma canseira! Uff...!

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  2. Vem verdade. O patronato é a maior corja que há à face da terra... Lolol

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  3. Desde que apareça o que realmente procures... isso é que conta!

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